Terça-feira, 31 de março de 2015
Última Modificação: 27/08/2018 18:55:22 | Visualizada 172 vezes
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Segundo um dos promotores, anos antes de obter a licença para pilotar, o copiloto Andreas Lubitz recebeu tratamento psiquiátrico para pessoas com tendências suicidas. Mas apesar da existência de atestados médicos que o afastavam do trabalho, inclusive no dia da tragédia, nenhum documento apontava para comportamentos agressivos ou suicidas.
Ainda de acordo com os promotores, nada foi encontrado nos pertences pessoais de Andreas, nem surgiu das conversas com parentes e colegas de trabalho, que pudesse esclarecer a motivação do copiloto. Os investigadores lamentaram, ainda, o vazamento de informações na imprensa alemã.
No final de semana, o jornal Bild publicou a transcrição das conversas registradas na caixa-preta do avião. O jornal diz que Andreas se ofereceu para assumir o comando para que o piloto fosse ao banheiro.
Depois, ouve-se o pedido desesperado do piloto: abra a porta pelo amor de Deus. Andreas não responde. Ainda segundo o jornal alemão, é possível ouvir a respiração dele e, ao fundo, os gritos dos passageiros.
Outra informação, não confirmada, mas que circula na imprensa europeia, é que a namorada de Andreas estaria grávida. Os dois moravam juntos e planejavam casar.