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Bancários de Maringá entram em greve nesta quinta...

Quinta-feira, 19 de setembro de 2013

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A paralisação foi decidida no último dia 12 em assembleia. Sindicato da categoria espera adesão nas 63 agências maringaenses

Bancários de Maringá e de outros municípios da região entram em greve a partir desta quinta-feira (19). A paralisação foi decidida no último dia 12 em assembleia realizada pelo sindicato da categoria. Na ocasião, os bancários recusaram a proposta de 6,1% de reajuste salarial oferecida pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

O Sindicato dos Bancários de Maringá e Região, informou que ainda não há como estimar a quantidade de trabalhadores que vão aderir à greve. De acordo com o presidente do sindicato da entidade, Claudecir de Oliveira Souza, todas as agências foram panfletadas com o aviso de greve. “A intenção é que todas as agências fiquem fechadas, pois os colegas estão bastante insatisfeitos e indignados com as propostas dos banqueiros.”

 

A paralisação é por tempo indeterminado. Souxa explicou que, a princípio, os caixas eletrônicos estarão funcionando para atender aposentados, pensionistas, além de pequenos saques.

 

Nos 20 municípios que integram o sindicato, existem 136 agências, sendo 63 em Maringá, que também conta com 26 Postos de Atendimento Bancário (PABs). Cerca de 1,9 mil bancários atuam na região, sendo 1450 em Maringá.

 

 

Entre as reivindicações da categoria está o aumento de 11,93% nos salários (sendo 5% de aumento real mais inflação projetada de 6,6%); maior participação sobre lucros e resultados; "fim das metas abusivas" - exigências de mínimo de venda de produtos do banco por seus funcionários; e fim do processo de terceirização nas agências.

 

Eles também buscam um piso salarial de R$ 2.860,21, valor calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) como sendo o mínimo para que o trabalhador possa pagar suas despesas básicas e de sua família.

 

Consumidores não devem ser afetados

 

A paralisação não isenta o consumidor de pagar suas contas dentro do prazo estipulado pelo credor. Para evitar eventuais encargos, como multas e juros pelo não pagamento da dívida em dia, a primeira atitude é ligar para a agência na qual possui conta para saber se ela aderiu à greve. Caso tenha aderido, procure saber se outra agência está operando.

 

Caso não seja possível utilizar uma agência bancária, a solução é procurar, o quanto antes, o credor e solicitar outra opção de local para efetuar o pagamento, como internet, sede da empresa, casas lotéricas, código de barras para pagamento nos caixas eletrônicos, e outros.

 

A greve não afeta o funcionamento dos caixas eletrônicos das instituições financeiras. O pagamento de contas de serviços públicos como água, luz e telefone pode ser feito em casas lotéricas e em alguns supermercados.

 

Comprovantes

 

O cliente deve guardar os comprovantes, tanto os que indicam que ele buscou o credor para solicitar outra forma de pagamento, quando os comprovantes de pagamento feitos por outros canais, como internet e telefone. "No caso da internet, o comprovante pode ser impresso. Pelo telefone, o consumidor deve anotar o número do protocolo", diz o Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Idec).

 

Contas em Atraso

 

Para quem tem conta como luz, água, telefone, gás em atraso, a orientação é fazer o pagamento normalmente pelos canais alternativos do banco (internet, telefone, corresponde bancário). As próprias concessionárias de serviço público costumam inserir os juros e as multas na conta do mês seguinte.


Fonte: GAZETA MARINGÁ

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