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90% dos cursos avaliados t?m desempenho satisfat?rio...

Terça-feira, 08 de outubro de 2013

Última Modificação: 09/06/2020 16:54:41 | Visualizada 220 vezes


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Em Maringá, 38 cursos foram avaliados pelo Ministério da Educação (MEC) em 2012. Apenas três conseguiram o conceito máximo no exame

Em Maringá, 34 de 38 cursos superiores avaliados pelo Ministério da Educação (MEC) obtiveram notas satisfatórias. É o que aponta o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade 2012), divulgado nesta segunda-feira (7). De acordo com o balanço, 89,4% dos cursos avaliados no ano passado apresentaram conceito de faixa 3 ou superior.

Apenas três cursos aparecem dentro da faixa 5, nota máxima no Enade. O melhor desempenho no conceito contínuo foi obtido pelo curso de Jornalismo do Centro Universitário de Maringá (Unicesumar), com 4,46. O reitor da Unicesumar, Wilson de Matos Silva, avaliou o resultado como muito satisfatório. Para ele, o desempenho se deve à implantação de diversas políticas que visam a melhoria permanente dos processos de ensino, avaliação e aprendizagem.

 

Na sequência aparecem dois cursos da Universidade Estadual de Maringá (UEM): Secretariado Executivo, com 4,44; e Direito, com 4,06. Outros 12 cursos oferecidos em Maringá estão na faixa 4, enquanto 19 apresentaram nota 3.

 

Os piores cursos

 

Três cursos superiores oferecidos em Maringá receberam notas consideradas insatisfatórias no Enade 2012. De acordo com o balanço, 7,8% dos cursos avaliados no Município apresentaram conceito de faixa 2, em uma escala que vai até 5.

 

Os piores desempenhos no exame foram dos cursos de: Administração, da Faculdade de Tecnologia América do Sul (com nota 1,30 no conceito contínuo); Administração, da Faculdade Maringá (1,71); e Direito, da Faculdade Alvorada de Tecnologia e Educação (1,85).

 

Já o curso de Secretariado Executivo da Faculdade Metropolitana de Maringá não obteve conceito porque teve apenas dois estudantes inscritos e um participante no Enade. No exame anterior, 13 dos 88 cursos avaliados haviam obtidos notas abaixo de 3.

 

A reportagem tentou contato com a direção das instituições que tiveram as piores notas em Maringá. No entanto, os responsáveis não foram localizados na noite de segunda-feira.

 

30% dos cursos tiveram desempenho insatisfatório no Enade

 

Cerca de 30% dos cursos avaliados pelo Ministério da Educação (MEC) receberam nota insatisfatória no Enade. Em 2012, a pasta avaliou 7.228 cursos de 1.646 instituições de ensino superior. Eles foram reunidos em uma base de cálculo de 6.306 unidades - cursos de uma mesma instituição realizados em um mesmo município são agrupados. Ao todo, 536 mil estudantes, do último e penúltimo semestre da graduação, fizeram a prova.

 

O exame é aplicado para um mesmo grupo de cursos a cada três anos - os dez cursos de bacharelado e seis tecnológicos que participaram do Enade em 2012 também foram avaliados em 2009. Entre eles estão Direito, Administração, Relações Internacionais, Psicologia e Comunicação Social.

 

No ano passado, 30% dos estudantes dos cursos tiveram nota 1 ou 2 no Enade, considerada insatisfatória. Outros 68,3% receberam índices 3, 4 ou 5 e apenas 1,8% não recebeu conceito (casos em que houve boicote ou porque o curso não tem concluintes).

 

Comparações

 

Em 2009, quando esses mesmos cursos foram avaliados, o porcentual de cursos com nota insatisfatória no Enade foi de 24,9%. Apesar de o índice ser menor do que o verificado no ano passado, o ministro Aloizio Mercadante argumentou que houve melhora nesse período.

 

Isso porque naquele ano 26,6% dos cursos não tiveram nota no Enade - em 2012 esse índice foi de apenas 1,8%. "As notas 4 e 5, que são de excelência, tiveram crescimento importante", ponderou Mercadante em coletiva de imprensa.

 

Ao comparar o desempenho no Enade de públicas e privadas, as primeiras mantêm melhor resultado. "As públicas continuam, no ensino superior, bem melhor do que as privadas", disse o ministro. Enquanto 17% dos cursos de instituições públicas receberam a nota máxima no Enade, entre as privadas esse porcentual foi de 3,5%.

 

Fonte: Gazeta Maringá

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