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Mesmo total de acertos, mas nota final diferente....

Sexta-feira, 25 de outubro de 2013

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Método adotado para corrigir provas considera dificuldade das questões antes de atribuir valor para o candidato

Amanhã e domingo, cerca de 7 milhões de candidatos estarão debruçados sobre as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Preocupados com fórmulas de Física e regras gramaticais, muitos estudantes fazem o teste sem saber como são feitas a correção e o cálculo da nota. Uma pesquisa divulgada pelo Ibope, em julho, mostrou que 86% dos 1.953 estudantes entrevistados entendem mais ou menos ou não entendem como são pontuados.

No Enem, a correção é feita usando a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), em que o valor de cada questão varia conforme o porcentual de acertos e erros dos estudantes naquele item. Assim, um item acertado por grande número dos candidatos será considerado fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. Já o estudante que acertar uma questão com alto índice de erros ganhará mais pontos por aquele enunciado.

 

Dessa forma, não é possível calcular a nota final apenas contabilizando o número de erros e acertos em cada uma das provas. Por isso, uma situação em que dois candidatos têm o mesmo número de acertos não significa uma mesma pontuação. O estudante só tem como saber a nota final no Enem quando o resultado sair.

 

Redação

 

A correção da redação passou por mudanças neste ano. O texto será avaliado por dois corretores, que darão notas de zero a 200 para cada uma das cinco competências exigidas dos alunos: domínio da norma culta; compreensão e desenvolvimento do tema; defesa de um ponto de vista; argumentos e proposta de intervenção para o problema proposto; e respeito aos direitos humanos.

 

Se entre as notas totais dos dois corretores houver diferença superior a 100 pontos ou de mais de 80 pontos em qualquer uma das cinco competências, a redação segue para um terceiro avaliador. No caso de a discrepância continuar, a redação será corrigida por uma banca composta por três professores. O Ministério da Educação estima que 52% das redações do Enem 2013 passarão por um terceiro corretor.

 

Segundo o guia do estudante, é opcional dar título à redação e a letra legível é exigida para que a prova seja corrigida. Ao escrever o texto, o candidato precisa defender uma opinião sobre o tema com argumentos consistentes e, por fim, elaborar uma proposta de intervenção social concreta para o problema apresentado. As informações são da Agência Brasil.


Fonte: Gazeta-Maringá

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