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Telef?nicas n?o garantem internet 100% na Arena...

Quinta-feira, 20 de março de 2014

Última Modificação: 09/06/2020 16:50:23 | Visualizada 238 vezes


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Atraso nas obras do estádio encurta prazo para instalação de estrutura necessária que evitará falhas no sinal de telefonia móvel

As instalações de reforço da estrutura para internet móvel na Arena da Baixada e no Itaquerão podem não ficar prontas a tempo dos jogos da Copa do Mundo. Apesar de as empresas terem assinado nesta semana um acordo para acelerar a instalação de antenas dentro dos estádios do Atlético e do Corinthians, o 

atraso nas obras pode provocar algumas falhas nas coberturas – em média, este tipo de operação demora cerca de 150 dias para ficar pronta e, no caso dos dois estádios, o prazo restante é de apenas 90 dias.

De acordo com o Sindicato das Empresas de Telefonia (Sinditelebrasil), o prazo mais curto não vai permitir que todos os testes da estrutura sejam realizados antes do torneio. “O Brasil teve sete anos para fazer estádios, vamos ter 60 dias para colocar infraestrutura”, afirma o presidente do sindicato, Eduardo Levy.

Segundo ele, o processo será semelhante ao que aconteceu na Copa das Confederações, quando a infraestrutura do Maracanã foi instalada em 47 dias. Com isso, as empresas tiveram de concluir a instalação dos projetos depois da competição. Mesmo assim, segundo o sindicato, não foram registrados problemas durante as partidas.

Na semana passada, quando a nova lei de regulamentação de antenas foi assinada em Curitiba, o prefeito Gustavo Fruet enfatizou que as adaptações necessárias para o serviço de telefonia funcionar durante a Copa do Mundo seriam priorizadas.

Nos demais estádios, as instalações estão mais avançadas. A cobertura indoor está em fase de ajustes finais em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. Em Cuiabá, Manaus, Natal e Porto Alegre os acordos comerciais foram fechados e já se iniciou o processo de instalação. Em Natal e Porto Alegre, as administrações dos estádios já solucionaram os problemas nas salas onde os equipamentos serão instalados, permitindo às prestadoras acelerarem a implantação da infraestrutura.

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